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Governo apoia ONGs evangélicas para trazer refugiados afegãos ao Brasil

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, até agora já foram emitidos 241 vistos humanitários.

24/11/2021 às 00h15
Por: Jornalista Adilson Oliveira Fonte: Gospelprimer
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Refugiados embarcam em voo no Afeganistão (Foto: Sgt. Donald R. Allen/U.S. Air Force
Refugiados embarcam em voo no Afeganistão (Foto: Sgt. Donald R. Allen/U.S. Air Force

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a Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro já havia dito que o Brasil iria conceder refúgio aos cristãos do Afeganistão. Agora, ONGs evangélicas que trabalham com refugiados devem receber ajuda do governo federal para abrigar tais indivíduos.

Para discutir o assentamento dos cristãos refugiados no Brasil, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e a Casa Civil se reuniram com representantes de ONGs.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, até agora já foram emitidos 241 vistos humanitários.

Sendo que, desse total, 67 são de cristãos trazidos pela Missão em Apoio à Igreja Sofredora (Mais), 48 pela Coalizão Brasil-Afeganistão que só traz pessoas ameaçadas pelo Talibã e cristãos, e o Fundo Barnabás e ainda não conseguiu vistos para seu grupo de refugiados.

Ajuda do governo Federal

Representantes das três entidades relataram ao site Metrópoles que o governo tem ajudado de todas as maneiras no trabalho com os refugiados.

Thiago Biazin, coordenador do Fundo Barnabás, disse que tem trabalhado junto com a Casa Civil, MRE e o Ministério dos Direitos Humanos em favor da causa.

Da mesma maneira, José Prado, da Coalizão Brasil-Afeganistão, disse que está trabalhando com a pasta comandada por Damares que se ofereceu para monitorar e ajudar na orientação das famílias quando chegassem ao país.

Já o reverendo Luiz Renato Maia, do Mais, disse que é grato ao governo federal: “O governo brasileiro operou de todas as formas para facilitar nosso trabalho e ajudar com documentação”.

Embora Bolsonaro teria frisado ajudar os cristãos, o Itamaraty vem afirmando que não há discriminação em relação a religião, tanto que muitos pedidos considerados são de muçulmanos, segundo informou o secretário de Comunicação e Cultura, Leonado Gorgulho.

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