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"Não é lacrando nas redes sociais que resolveremos os problemas", diz Pacheco

Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, país precisa de tranquilidade nas relações entre as instituições para obter a recuperação econômica e conseguir êxito no enfrentamento de problemas, como o preço dos combustíveis e a alta da inflação

02/10/2021 às 09h11
Por: Jornalista Adilson Oliveira Fonte: CB
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Na avaliação de Pacheco, o "ponto alto" da crise institucional já passou - (crédito: Marcos Vieira/Estado de Minas)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu “estabilidade” e “trabalho” como caminhos para uma recuperação econômica e a solução de problemas urgentes, como o preço dos combustíveis e a alta da inflação. Ele disse que esses dois fatores são fundamentais também para o avanço de pautas como a reforma do Imposto de Renda e as discussões sobre o Auxílio Brasil, programa destinado a substituir o Bolsa Família e turbinar os recursos transferidos às famílias em situação de pobreza.

Em Gramado (RS), onde participou, ontem, do encerramento do evento “O Ministério Público de Uma Nova Era: Reflexões e Projeções”, o parlamentar afirmou que os “inimigos” que os Poderes da República precisam enfrentar são a pressão da inflação, o câmbio, o desemprego, a fome, a miséria e as crises hídrica e energética.

“O Congresso tem ciência do momento que nós estamos vivendo e temos sido absolutamente colaborativos com os demais Poderes, em especial com o Poder Executivo, para cumprir a missão de resolver esses problemas. Temos foco na implantação de um programa social que substitua ou incremente o Bolsa Família para dar valor de compra à população”, disse o presidente do Senado, durante entrevista à Rádio Gaúcha.

Na avaliação de Pacheco, o “ponto alto” da crise institucional já passou. Ele disse que a carta do presidente Jair Bolsonaro à nação, após as tensões do 7 de Setembro, foi um passo importante no caminho da estabilidade. O senador disse que também contribuiu para a pacificação a decisão dele de arquivar o pedido de impeachment apresentado pelo chefe do governo contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Considero que o ponto alto da crise, o ponto de estresse maior foi controlado. Não é ‘lacrando’ nas redes sociais, fazendo discursos intempestivos, gerando instabilidade e crise onde não tem que vamos resolver os problemas. Isso não vai levar o Brasil a lugar nenhum. Estamos precisando de união, respeito, responsabilidade, otimismo e trabalho. Vamos trabalhar que a gente dá conta de resolver os problemas do Brasil”, frisou.

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